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BC indica redução no crescimento do PIB para 2018

O Banco Central avaliou que o cenário piorou nos últimos meses e indicou que pode ser necessário subir a taxa básica de juros da economia, atualmente em 6,5% ao ano, nos próximos meses para atingir a meta de inflação fixada para o ano de 2019.
 
Esta é a principal informação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada na última terça-feira (25).
 
Entre outros fatores, a alta do dólar ajuda a piorar o cenário da inflação. Isso porque os produtos, insumos e serviços importados ficam mais caros na medida em que o dólar se valoriza.
 
Outro fator importante foi a alta na cotação do petróleo, que fez subir o preço do combustível no país.
 
A definição da taxa de juros pelo BC tem como foco o cumprimento da meta de inflação, fixada todos os anos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2018, a meta central de inflação é de 4,5% e, para 2019, é de 4,25%.
 
Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros; quando estão acima da trajtetória esperada, a taxa Selic é elevada.
 
As decisões do Copom demoram cerca de seis meses para terem impacto pleno na economia.
 
Inflação 2018 e 2019
 
Baseado nas previsões do mercado para câmbio e juros o período (dólar em R$ 3,83 no fim deste ano e em R$ 3,75 no fechamento de 2019, e aumento dos juros para 8% ao ano no fim do próximo ano), o Banco Central avaliou que não haveria problemas para atingir as metas de inflação. A expectativa do BC para o IPCA, nesse cenário, é de 4,1% para 2018 e de 4% para 2019.
 
Porém, em um cenário sem aumento de juros, e com câmbio fixo em R$ 4,15 (que vigorou na semana anterior à última reunião do Copom), o Banco Central estimou que a inflação ficaria "em torno de 4,4% para 2018 e 4,5% para 2019".
 
A projeção do BC mostra que, sem aumento na taxa de juros e com o dólar alto, a inflação ficaria acima da meta central de 4,25% fixada para o ano que vem. Os modelos de inflação do BC sugerem, portanto, que, caso o dólar não recue, poderá ser necessário subir os juros básicos da economia para atingir a meta central de inflação no ano de 2019.
 
Os integrantes do Copom, colegiado que define o juro básico da economia, também avaliaram que, com exceção de alguns preços administrados (tarifas), o "nível de repasse" da alta do dólar para a inflação tem se mostrado "contido".
 
O Copom acrescentou ainda, em sua ata que foi divulgada nesta terça-feira, que "continuará acompanhando diferentes medidas de repasse cambial, inclusive para medidas de inflação subjacente".
 
 



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