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FED mantém taxa de juros sem alteração, mas anuncia redução ao programa de estimulo à economia

O encontro sobre a política monetária dos Estados Unidos que terminou na quarta-feira, dia 20 de setembro, indicou duas informações importantes para o mercado financeiro.

A primeira, é que as taxas de juros permanecerão sem alteração, ou seja, entre 1% e 1,25% ao ano.  Por acreditar em um momento positivo, em que o mercado de trabalho segue se fortalecendo, e a atividade econômica do país está aumentando, o Banco Central americano aposta em manter as taxas inalteradas para não conter a recuperação da economia.

A outra decisão relevante é a respeito da redução gradual do programa de estímulo à economia, diminuindo a carteira de títulos do Tesouro e hipotecário, que foi ampliada após a crise de 2008 para injetar dinheiro na economia do país.

 

Sobre a redução de títulos

A medida já era esperada pelo mercado. Inicialmente, serão cortados por mês até US$ 10 bilhões em títulos reinvestidos, montante que será gradativamente aumentado até completar uma queda perto de US$ 1 trilhão nos próximos anos.

O país acumulou o volume alto de dívida em títulos durante o programa de estímulo monetário lançado em 2008. A carteira de títulos do Fed passou de US$ 1 trilhão em 2008 para US$ 4,5 trilhões atualmente.

O aumento foi feito para enfrentar a chamada crise do subprime nos Estados Unidos, iniciada após o estouro da bolha imobiliária em 2008. Isso aconteceu porque, com os juros baixos, os bancos concederam crédito imobiliário a clientes com histórico de maus pagadores para conseguir taxas maiores, no segmento chamado subprime. Os bancos, por sua vez, venderam essas carteiras de crédito para investidores do mercado financeiro. Quando os juros voltaram a subir, a inadimplência aumentou e a bolha estourou. O valor dos imóveis não cobria as dívidas e o mercado financeiro reagiu de maneira caótica. Um dos pontos mais críticos foi a queda do banco americano Lehman Brothers, em setembro de 2008.

Com o início da redução dos estímulos, o recado que o Fed passa ao mercado é que a avaliação é de que a economia não necessita mais de injeção de recursos, enquanto a taxa de juros se aproxima de um patamar considerado adequado.

 

Efeitos para o Brasil

Os mercados em outros locais, incluindo o Brasil, monitoram pistas sobre o rumo da taxa de juros nos Estados Unidos porque, com taxas mais altas, o país se tornaria mais atraente para investidores. Eles poderiam retirar seus dólares aplicados atualmente em outros mercados para investir nos EUA.

Um aumento das taxas nos EUA, então, poderia motivar uma tendência de alta do dólar em relação ao real e um aumento da Taxa Selic no Brasil, como forma de tornar o país mais vantajoso para os investidores. Com a indicação de que os juros nos Estados Unidos não devem continuar subindo, então, a tendência seria contrária.

No entanto, os efeitos para o Brasil do anúncio desta quarta devem ser mínimos, pois tanto a redução do programa de estímulo quanto a indicação de alta dos juros já estavam precificadas pelo mercado.




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