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Pesquisa da FIESP aponta o maior obstáculo para exportações segundo empresas

Através do Derex (Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da FIESP), a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em parceria com a Decomtec (Departamento de Competitividade e Tecnologia), realizou a pesquisa “Expectativas e Obstáculos Para Exportações e Substituição de Importações da Indústria em 2016”.

 

A análise das informações captadas conclui que a influência do câmbio é fator preponderante nas exportações realizadas pelas empresas brasileiras, e a competitividade com outros países fica bastante difícil por conta das altas taxas de câmbio.

 

Dentre os cinco fatores apontados com maior frequência como obstáculo para as exportações, três são relacionados ao financiamento: alto custo do financiamento (para 67% das empresas), difícil acesso à financiamento (para 64% das empresas) e restrita oferta de financiamento (para 60% das empresas) consultadas.

 

De todos os entrevistados 63% deles acreditam que o investimento necessário para criar uma estrutura de exportação é muito alto, isso deve-se muito ao chamado Custo Brasil, e ainda 45% não acreditam que seus produtos sejam competitivos no mercado externo.

 

Thomaz Zanotto, diretor titular do Derex, aponta que existam outros obstáculos para as empresas no momento de exportar: “A margem de lucro das exportações é baixa e, na impossibilidade de se exportar tributos, o acúmulo de impostos ao longo da cadeia produtiva tem que ser compensado de alguma forma. Nenhum país exporta tributos”.

 

De todas as empresas consultadas na pesquisa, apenas 35% exportam atualmente, das quais 43% pretendem ampliar as exportações, apesar de preverem um aumento de somente 6% nas exportações em 2016. Praticamente metade das empresas (52%), nunca exportou, e 98% delas deverão continuar sem exportar.

 

Conclusões sobre Importações

 

O mesmo estudo apontou que 37% das indústrias pretendem reduzir as importações de insumos, inclusive máquinas e equipamentos, 44% delas apostam na substituição de fornecedores externos por internos.

 

Também aponta quedas as importações de produtos para revenda no Brasil, 9%, assim como redução em 32% das compras de produtos para revenda.

 

Na análise de Zanotto, “a queda das importações reflete o atual quadro recessivo do Brasil. A redução nas compras de bens acabados mostra que os indivíduos deixaram de consumir. Por outro lado, a queda na compra de insumos também mostra que a indústria deixou de produzir”.

 

Metodologia da pesquisa “Expectativas e Obstáculos Para Exportações e Substituição de Importações da Indústria em 2016”

 

Com objetivo de identificar os fatores que limitam a atuação no mercado externo, identificar estratégias predominantes do setor para a importação de insumos e produtos prontos para revenda e sua eventual substituição por produtos fornecidos localmente, foram ouvidas 1.120 empresas da indústria de transformação, sendo 534 pequenas, 405 médias e 181 grandes, entre os dias 14 de março e 22 de abril de 2016.




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